| ALISSON J. SILVA |
| Adriana Cristina dos Santos, da Cheiro Verde |
Quem vê os temperos e molhos para saladas da Cheiro Verde Alimentos nas prateleiras dos mais de 150 pontos de venda em que a marca está presente na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) não imagina como a empresa começou. Com R$ 3 e mudas doadas pela Prefeitura de Betim, a empresária Adriana Cristina dos Santos começou a fabricar os condimentos. Hoje, a produção já chega a 12 mil quilos por mês e a meta é, até dezembro, alcançar os 50 mil quilos.
A inspiração para montar a empresa surgiu em um programa de televisão. "Eu estava assistindo ao programa que falava sobre ervas medicinais. Então surgiu a ideia de misturar essas ervas ao alho para fazer os temperos. Fui até a vigilância sanitária para saber como eu deveria agir e depois até a prefeitura, onde consegui algumas mudas dessas ervas. Do dinheiro que eu tinha sobraram apenas R$ 3, o restante usei para pegar o ônibus. Com essa quantia eu comprei o alho e comecei a fazer os temperos", lembra Adriana Cristina dos Santos.
O cheiro dos temperos chamou a atenção da vizinhança, que procurou Adriana Santos para saber o que ela estava fazendo. "Eu falei que era tempero e que eu iria vender, mas faltava dinheiro para comprar os potes para colocar os produtos, eu já estava desempregada há um bom tempo. Então, eu pedia que as pessoas trouxessem potes de manteiga e eu vendia o tempero a R$ 2,50. Em dois meses, vendi mais de R$ 800", diz.
A inspiração para montar a empresa surgiu em um programa de televisão. "Eu estava assistindo ao programa que falava sobre ervas medicinais. Então surgiu a ideia de misturar essas ervas ao alho para fazer os temperos. Fui até a vigilância sanitária para saber como eu deveria agir e depois até a prefeitura, onde consegui algumas mudas dessas ervas. Do dinheiro que eu tinha sobraram apenas R$ 3, o restante usei para pegar o ônibus. Com essa quantia eu comprei o alho e comecei a fazer os temperos", lembra Adriana Cristina dos Santos.
O cheiro dos temperos chamou a atenção da vizinhança, que procurou Adriana Santos para saber o que ela estava fazendo. "Eu falei que era tempero e que eu iria vender, mas faltava dinheiro para comprar os potes para colocar os produtos, eu já estava desempregada há um bom tempo. Então, eu pedia que as pessoas trouxessem potes de manteiga e eu vendia o tempero a R$ 2,50. Em dois meses, vendi mais de R$ 800", diz.
Com o sucesso do produto, a empresa foi crescendo. Hoje, além dos temperos, são fabricados molhos para saladas em seis sabores e a intenção é continuar ampliando o mix de produtos. Dentro de dois meses, Adriana Santos espera começar a produção de linguiças defumadas e frangos temperados. "Já estou olhando equipamento para começar a fabricar. Quero explorar o nome Cheiro Verde Alimentos ao máximo, pois é uma marca de muita qualidade", garante.
Somente na RMBH, são 150 pontos de vendas com os produtos da Cheiro Verde Alimentos. Fora de Minas Gerais, a empresa já conta com 10 representantes. Os potes de temperos de 300 gramas são repassados aos revendedores da RMBH por R$ 1,90 e os de 600 gramas por R$ 3,80. Fora do Estado os preços sobem para R$ 2 e R$ 4, respectivamente. Os molhos para saladas custam R$ 1,10 para revendedores da RMBH. Hoje, são vendidos cerca de 5,2 mil potes de temperos de 300 gramas por mês e esse número deve crescer em breve.
"Os rótulos dos produtos não têm códigos de barra, o que impede que eu venda para supermercados. Mas essa questão já está sendo resolvida e em breve vamos começar as vendas, então a produção vai crescer muito", afirma. Hoje, são produzidos 12 mil quilos de temperos por mês. Até dezembro, a meta é que esse número suba para 50 mil quilos. "Isso sem contar os molhos para saladas, as linguiças e os frangos", observa.
Para suportar o crescimento da produção, Adriana Santos está fazendo adequações na cozinha de sua casa, onde o tempero é fabricado. Mas, antes mesmo das mudanças serem concluídas, ela já busca um galpão para montar a fábrica. "A empresa está crescendo muito e preciso de um espaço maior para dar conta da demanda", afirma.
Somente na RMBH, são 150 pontos de vendas com os produtos da Cheiro Verde Alimentos. Fora de Minas Gerais, a empresa já conta com 10 representantes. Os potes de temperos de 300 gramas são repassados aos revendedores da RMBH por R$ 1,90 e os de 600 gramas por R$ 3,80. Fora do Estado os preços sobem para R$ 2 e R$ 4, respectivamente. Os molhos para saladas custam R$ 1,10 para revendedores da RMBH. Hoje, são vendidos cerca de 5,2 mil potes de temperos de 300 gramas por mês e esse número deve crescer em breve.
"Os rótulos dos produtos não têm códigos de barra, o que impede que eu venda para supermercados. Mas essa questão já está sendo resolvida e em breve vamos começar as vendas, então a produção vai crescer muito", afirma. Hoje, são produzidos 12 mil quilos de temperos por mês. Até dezembro, a meta é que esse número suba para 50 mil quilos. "Isso sem contar os molhos para saladas, as linguiças e os frangos", observa.
Para suportar o crescimento da produção, Adriana Santos está fazendo adequações na cozinha de sua casa, onde o tempero é fabricado. Mas, antes mesmo das mudanças serem concluídas, ela já busca um galpão para montar a fábrica. "A empresa está crescendo muito e preciso de um espaço maior para dar conta da demanda", afirma.
Fonte: Diário do Comércio
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